Índia – Alexandre “o grande”, a cana e o “goldenhair”

Índia – Alexandre “o grande”, a cana e o “goldenhair”
Conhecendo os diferenciais da cultura canavieira na Índia e a fantástica cultura indiana

As aventuras da Doutora Raffaella pelas Índias

Raffaella Rossetto

Entendi o verdadeiro sentido dos verbos abstrair e transcender quando fui para a Índia. Sim, porque onde mais se pode ver tanta riqueza e beleza em meio a tanta pobreza e tristeza? A Índia é assim: um misto de misticismo, mistério, tradições, e beleza em meio à superpopulação, pobreza e falta de condições mínimas de saneamento e limpeza, com doses altas de muita pimenta. E como tem pimenta.

Em meio a tudo isso reina a majestade cana-de-açúcar. Eu tinha muita curiosidade em conhecer a Índia, afinal, no mundo da cana, ela só perde para o Brasil, com muitas particularidades: são 6 milhões de produtores de cana que cultivam pequenas propriedades num total de 5 milhões de hectares. São 550 usinas que produzem 25 milhões de toneladas de açúcar praticamente para o mercado interno. E a Índia tem centros de pesquisa reconhecidos mundialmente.

Eu fiquei muito feliz quando fui convidada para falar sobre “Os sucessos e as dificuldades do Programa do Etanol no Brasil”, num evento em Lucknow, no estado deUttar Pradesh, um estado agrícola e pobre, não ligado ao turismo. Minhaaventuracomeçou no aeroporto de Dubai. Havia um voo direto de Dubai para Lucknow que saía às 3 da manhã. De São Paulo a Dubai via Emirates, foi tudo muito tranquilo.

Em Dubai, esperei o horário do voo no portão de embarque. Eu notei algo estranho, só havia homens. A fila de embarque se formou e eu entrei lá no final, meio sem graça, afinal eram uns 300 estivadores, trabalhadores de campos de petróleo, voltando do trabalho, e eu. O rapaz da companhia aérea ao me ver, gritou: Lady! lady please. Come in. E lá fui eu para o primeiro lugar da fila, atravessando no meio dos olhares curiosos dos 300 companheiros de voo. Ele me colocou no primeiro banco do avião e não deixou ninguém sentar ao meu lado.

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Fonte: CanaOnline

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