Biosev investe em tecnologia para inibir o florescimento do canavialvoltar

Publicado em : 24/08/2016
Biosev investe em tecnologia para inibir o florescimento do canavial

 A Biosev, segunda maior processadora global de cana-de-açúcar, investiu na aplicação de inibidores de florescimento de canavial em uma área superior a 32 mil hectares. O objetivo da empresa com a aplicação dessa tecnologia é minimizar os impactos causados por esse evento, que se manifesta na cultura da cana-de-açúcar principalmente entre os meses de junho e agosto.

 “O florescimento causa prejuízos na produtividade agrícola, pois a flor consome parte do açúcar produzido e causa isoporização nos colmos, o que acarreta perda de peso na planta” afirma o diretor Agrícola da Biosev, Ricardo Lopes. “Começamos os testes com o inibidor em uma área pequena, de aproximadamente mil metros quadrados há dois anos, e com os resultados satisfatórios ampliamos a aplicação” conta.

 A tomada de decisão de aplicação de inibidores é suportada por um modelo integrado que contempla diversos fatores como, acompanhamento climatológico antes e durante o período de indução, histórico de florescimento da região, altitude dos locais, susceptibilidade de variedades ao florescimento, épocas de colheita e período juvenil do canavial. “Temos a expectativa de melhorar ainda mais nossos indicadores operacionais, como o TCH (Toneladas de Cana por Hectare), nessas áreas” finaliza o executivo.

 A análise integrada de todos esses fatores direciona e suporta a tomada de decisão na aplicação de inibidores de florescimento pela equipe técnica da Biosev. A floração é normal e desejável apenas para os programas de melhoramento genético, mas não interessa ao produtor e a usina, pois afeta a qualidade do material colhido em campo.

  

Sobre a Biosev

A Biosev é a segunda maior processadora de cana-de-açúcar do mundo, com 11 unidades em operação, estrategicamente organizadas em cinco polos agroindustriais: Ribeirão Preto, Mato Grosso do Sul, Nordeste e Leme e Lagoa da Prata. A companhia, controlada pela Louis Dreyfus Company Holdings, iniciou sua atuação na indústria de açúcar-etanol em 2000 com a aquisição de sua primeira unidade no Brasil. Atualmente tem capacidade de processamento de 36,4 milhões de toneladas/ano de cana-de-açúcar e 1.346 GWh/ano de energia elétrica renovável excedente, gerada a partir da utilização do bagaço de cana-de-açúcar e outras biomassas. Para armazenagem e movimentação de açúcar, a empresa possui uma joint venture no TEAG - Terminal de Exportação de Açúcar do Guarujá Ltda. Em 2013, a empresa ingressou no Novo Mercado da BM&FBovespa, segmento que adota os mais altos padrões de governança corporativa. www.biosev.com

 

Paolo Toni

 


Fonte: Assessoria
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