Raízen vai vender as usinas que não estejam dentro dos clusters geográficos
18-02-2025

A maior empresa de bioenergia do mundo conta com 35 unidades de produção, a venda vai no sentido de reduzir custos e racionalizar as operações

Em entrevista ao Brazil Journal, Rafael Bergman, CFO da Raízen, abordou os novos passos da empresa no sentido de reduzir capex, cortar custos e rever portfolio. Informou que a companhia avança na venda de ativos, incluindo um número ainda indeterminado de suas 35 usinas de etanol e açúcar. A ideia é vender plantas que não estejam dentro dos clusters geográficos que geram ganhos de escala e eficiência e que possam fazer mais sentido para outros players com operações naquelas áreas.

A Raizen anunciou recentemente a venda de quase 1 milhão de toneladas de cana e a hibernação de uma de suas usinas (MB em Morro Agudo-SP), num processo que busca otimizar as operações.

E na última sexta-feira, 14, comunicou que Geovane Consul, ex-CEO da bp bioenergy (antiga BP Bunge), assumirá o posto de vice-presidente para as áreas de etanol, açúcar e bioenergia na companhia, substituindo assim, Francis Queen, que estava na cadeira desde 2018.