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Simplicidade e padronização sustentam eficiência da ACP Bioenergia no campo

A eficiência na manutenção de grandes operações agrícolas depende menos de estruturas complexas e mais de processos simples, padronizados e replicáveis. A avaliação foi apresentada por Rafael Martin de Oliveira, diretor de manutenção da ACP Bioenergia, durante o IX Seminário GMEC, realizado no fim de novembro, em Ribeirão Preto- SP.

Responsável por mais de 1.500 equipamentos distribuídos em seis estados, a companhia adotou uma estratégia de gestão enxuta para garantir disponibilidade dos ativos sem elevar custos. Segundo Oliveira, a previsibilidade operacional vem da padronização das rotinas e do monitoramento contínuo. A programação preventiva é centralizada e baseada em ciclos fixos de inspeção a cada 14 dias, o que permite identificar tendências de desgaste antes que se convertam em falhas.

O diretor destacou que realidades regionais distintas exigem critérios claros de manutenção. Máquinas da cana, por exemplo, operam em regime contínuo e acumulam mais de 3.500 horas anuais, enquanto colhedoras de grãos têm uso concentrado em poucos meses. Para lidar com essas diferenças, a empresa ampliou o uso de manutenção baseada em condição, especialmente em itens como troca de óleo, com faixas de horas controladas que evitam paradas desnecessárias.

Ao final, Oliveira reforçou que a manutenção assumiu papel estratégico na competitividade do agronegócio. O controle rigoroso de custos e a disciplina na execução, afirmou, são decisivos para sustentar operações agrícolas em larga escala.

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