Sustentabilidade e certificações reforçam práticas da RAS Company
02-09-2026
Na visita do Cana Show Itinerante à RAS Company conferimos que, a sustentabilidade é parte da estratégia de continuidade do negócio. Segundo Cristiane de Simone, da Ekos Consultoria ESG, que atende a RAS, o cuidado com as pessoas, o solo, a água e a adoção de tecnologia fazem parte da rotina da empresa no campo.
"É preciso cuidar para ter perpetuidade do negócio. Por isso, as boas práticas de sustentabilidade são muito fortes aqui e estão no DNA dos proprietários”, afirma. De acordo com ela, a agenda ESG é estruturada de forma ampla. Na cadeia de valor, o grupo busca alinhar a produção às exigências de mercados atentos à rastreabilidade, à segurança alimentar e às práticas sustentáveis. A inovação aparece como pilar desse processo, com agricultura de precisão, biotecnologia, sensores, GPS e drones.
Na cana-de-açúcar e em outras atividades, a preocupação se reflete no uso criterioso de insumos, no atendimento a requisitos de mercado e na rastreabilidade. A gestão hídrica também é acompanhada de perto: as captações são outorgadas e o consumo de água é monitorado diariamente.
As ações ambientais incluem plano de gestão de resíduos, proteção de APPs, manutenção de reservas legais e monitoramento da fauna por avistamentos e câmeras nas propriedades. No eixo social, há iniciativas de engajamento, saúde e segurança ocupacional, desenvolvimento de pessoas e relacionamento com comunidades.
As certificações, explica Cristiane, validam e fortalecem as práticas já adotadas. Entre os reconhecimentos estão Missão Cuidado, voltado ao bem-estar animal; programa ELO, da Raízen; Bonsucro; selo Agenda 2030; Top 20 Confinamentos; RenovaBio; associação à Câmara de Comércio Árabe-Brasileira; e iniciativas ligadas ao café. Na Bonsucro, a RAS Company possui 28 fazendas certificadas, somando cerca de 6 mil hectares.
Para a consultora, os selos demonstram, com indicadores, o compromisso do grupo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, a rastreabilidade, o bem-estar animal e a segurança alimentar. Também podem abrir portas em mercados mais exigentes, como Europa e países árabes, e favorecer acesso a crédito.

