Rose Guerra se rende ao “ofício” de ajudar a transformar vidas

Rose Guerra se rende ao “ofício” de ajudar a transformar vidas
Rose em premiação do projeto Atletas do Futuro

Trabalho na área de responsabilidade social de usina causa impacto positivo e gera aprendizado sem medida

Renato Anselmi

A atuação de unidades e grupos sucroenergéticos na área de responsabilidade social tem mudado a vida de pessoas, famílias e comunidades. Este trabalho é digno de elogios e reconhecimento – afirma Rosmarli Guerra, supervisora de Eventos, Comunicação e Responsabilidade Social da Usina São José da Estiva, de Novo Horizonte, SP.

“Acredito que há muito ainda a se fazer. Mas, essa área teve um grande avanço nas duas últimas décadas”, afirma Rose Guerra, como é mais conhecida, que tem “autoridade” e conhecimento para falar sobre o assunto. Afinal, há vinte anos atua no setor de responsabilidade social da Usina Estiva, exercendo o cargo de supervisora há cinco anos.

As ações sociais, culturais, educacionais têm causado imenso impacto, transformando a vida de muitas pessoas, incluindo a de profissionais que estão envolvidos com essas atividades – revela. “Tudo o que realizamos, em todos estes anos, tem como resultado um profundo crescimento pessoal e um aprendizado sem medida que vou levar para a vida toda”, enfatiza.

Diversos fatos e momentos marcaram inclusive, de forma especial, a trajetória profissional de Rose Guerra no desenvolvimento do seu trabalho na área de responsabilidade social. Ela lembra que teve a oportunidade de testemunhar a dedicação e o profissionalismo de cortadores de cana, quando passou a visitar as lavouras, em um momento que a colheita mecanizada era algo distante da realidade do setor sucroenergético.

“Ao estar mais próxima destas pessoas, pude ver quem eram e como desempenhavam seu trabalho e, muitas vezes, traziam contribuições valiosas que promoveram melhorias no dia a dia da empresa”, relata.
Outra experiência relevante no trabalho de Rose Guerra ocorreu quando a empresa implantou o projeto de alfabetização para seus colaboradores, também estendido à comunidade. “Pude ver o encantamento de quem aprendia a ler e escrever”, afirma.

Uma destas pessoas falou uma frase que foi marcante para ela: “Eu era cego e não sabia”. O relato, comovente, a fez pensar “no quanto éramos afortunados por poder proporcionar esta conquista para pessoas tão simples” – diz.
Este aluno do projeto de alfabetização contou que passou a demorar mais tempo para percorrer seus trajetos, pois parava para ler placas, anúncios e o que tivesse pela frente. Ele também se orgulhava de poder discutir algumas questões com sua filha, pois já não era um analfabeto.

“Tudo isso me abriu os olhos para uma série de pensamentos e conclusões sobre a importância de algo que julgávamos tão simples: a ação de uma empresa – e sua equipe – e os efeitos para a comunidade, onde ela está inserida, e para seu público mais imediato”, comenta.
Este trabalho pode ser comparado a ondas que se propagam em outras cada vez maiores – observa. “O que fazemos também reverbera e se propaga em ondas que vão além do que imaginamos”, diz.

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Fonte: CanaOnline

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