Compartilhe:

A colheita mecanizada na Usina Utinga começou em 2021 com três colhedoras, nesta safra são 18

José Bahia Guimarães, gerente de Motomecanização na Usina Utinga, em Rio Largo, em Alagoas, atua no setor há 39 moagens. Ele trabalhou em diversas empresas e em vários locais do Brasil. Quando começou, as máquinas que atuavam nos canaviais eram um número bem menor e muito diferentes das de hoje. “As máquinas eram mais simples e menos eficientes. A manutenção era menos complicada de fazer. Atualmente, essas máquinas com a eletrônica embarcada, sofisticações embarcadas exigem um preparo técnico do pessoal que vai operar e do pessoal de manutenção. Então, quando entregamos um equipamento desse porte ao nosso colaborador, ele passa antecipadamente por um treinamento para entender a máquina.”

O treinamento, salienta José, se estende a como colher a cana sem danificar a soqueira, para preservar a próxima moagem. “As máquinas hoje já nos permitem alguns sistemas que defendem aquela cana que foi cortada.”

O corte mecanizado de cana na Usina Utinga começou em 2021 com três colhedoras. Nesta safra, já conta com 18 colhedoras. “Isso tudo em função da demanda e do esforço que está sendo feito pelo pessoal, pela diretoria, para que nós possamos sistematizar o campo e o campo permita a entrada da colhedora. Então, o trabalho de sistematização de campo, de entrelinha de plantio, está sendo bem adequado para receber as colhedoras”, salienta José.

Como a mecanização do canavial não se resume a aquisição de colhedoras, a Usina Utinga investe na frota de caminhões, transbordos e tratores. A empresa realiza um estudo topográfico para saber qual a quantidade de área tem condições de ser sistematizada para a mecanização, assim, os investimentos em máquinas continuarão crescendo.

Confira a entrevista com José Bahia.