Controle microbiológico volta ao centro da estratégia nas usinas, diz Andresa Menezes
O controle microbiológico voltou ao centro da estratégia industrial no setor sucroenergético. Durante o 8º Seminário UDOP de Inovações, em Araçatuba - SP, a consultora Andresa Menezes fundadora da Alpinus Consultoria, defendeu que a performance do processo depende de disciplina operacional, assepsia rigorosa e uso inteligente de tecnologia. Em sua apresentação sobre boas práticas e parâmetros essenciais do processo fermentativo, ela reforçou que grande parte do potencial produtivo ainda se perde por falhas básicas de controle de processo, assepsia e controle de contaminantes.
Realizado pela UDOP – União Nacional da Bioenergia, o encontro segue até esta quarta-feira (3), no campus da UNIP e reúne cerca de 1,5 mil profissionais da cadeia da cana e da bioenergia. Com mais de 100 horas de conteúdo aplicado, o evento oferece 10 trilhas de aprendizagem, um Painel Magno e a participação de mais de 250 especialistas entre palestrantes, moderadores e debatedores, conectando o público a debates estratégicos, cases e tendências que afetam a competitividade das usinas.
Durante a palestra “Fermentação alcoólica essencial – boas práticas, parâmetros e inovação aplicados à rotina industrial”, Andresa chamou atenção para a velocidade de multiplicação bacteriana dentro da dorna, um processo que, segundo ela, “parece pequeno” quando se analisa o número absoluto da potência (10e7, 10e8 bast/mL) mas são números que crescem de forma exponencial aumentando a população de microrganismos e de ácidos orgânicos que competem com as leveduras pelo substrato.
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