O que o Grupo EQM faz para aumentar a produtividade dos canaviais de suas três unidades
O Grupo EQM conta com três unidades produtoras: Estivas, no Rio Grande do Norte, Usina Cucaú, no bioma da Mata Sul pernambucana, e Utinga, em Alagoas.
Heleno Barros, diretor Agrícola corporativo do Grupo EQM, observa que são três unidades completamente distintas uma da outra. “São três biomas diferentes. No Rio Grande do Norte, o solo é mais arenoso, com precipitação menor. Para melhorar a produtividade, investimos forte na irrigação e num plantio que estimula o desenvolvimento do sistema radicular, que é o plantio vertical. Conseguimos bons resultados na usina Estivas com isso. A safra praticamente dobrou desde a data em que o grupo comprou a unidade, que foi em 2019, até esse ano.”
A Cucaú está em região que tem por características maior precipitação de chuvas e topografia mais acidentada, com aproximadamente 30% de área plana, que está localizada entre as áreas de várzeas e os topos dos morros. “Somos muito competitivos nessa área de várzea, temos canavial com 12, 13 folhas com alta produtividade. Aqui, nosso maior desafio é a topografia. Investimos em melhoramento genético, em busca de variedades com rápido crescimento ereto. Isso tem dobrado a produtividade do homem e feito com que o grupo permaneça em operação com a demanda menor de cortadores de cana”, informa.
Segundo Heleno, a Usina Utinga está em uma região que predomina a área mais plana. O solo é bom e chove mais, aproximadamente, o ano todo. E o percentual de encosta é um percentual pequeno, no máximo 18%. “Na Utinga temos maior oportunidade de trabalhar com ganhos de produtividade. Investimos muito na área de gotejo. Fechamos agora o projeto de mais de 200 hectares, entrando em 400. E já fechamos a negociação de mais de 1.000 hectares. Fechando o plantel de 1.400 hectares e saindo de 80 hectares, que era o projeto anterior.”
Confira no vídeo a entrevista na íntegra com Heleno Barros:

