Paraíba | Safra 2025-2026 – 2ª Quinzena de Dezembro
13-01-2026

O Sindicato da Indústria de Fabricação do Álcool no Estado da Paraíba (Sindalcool) divulgou o Boletim de Produção da segunda quinzena de dezembro da safra 2025/2026, que apresenta um panorama detalhado da atividade sucroenergética no estado, com dados de moagem de cana-de-açúcar, produção de açúcar, etanol e derivados.

Por Kiara Duarte

Principais números da safra 2025/2026:

  • Cana-de-açúcar moída:4,81 milhões de toneladas
  • Origem da cana:▪️ 31%de produção própria das usinas▪️ 69% de fornecedores terceiros
  • Produção total de açúcar:184,4 mil toneladas
  • Açúcar cristal: 119,2 mil t▪️ Açúcar VHP: 42,3 mil t▪️ Açúcar demerara: 5,5 mil t▪️ Açúcar refinado: 17,4 mil t
  • Produção total de etanol:245,1 mil m³
  • Etanol anidro: 118,9 mil m³▪️ Etanol hidratado: 126,2 mil m³
  • Produção de mel residual:115,5 mil toneladas

No período, as unidades industriais associadas ao Sindalcool moeram 4,81 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Desse total, cerca de 31% da matéria-prima foi produzida pelas próprias usinas, enquanto 69% teve origem em fornecedores terceiros, o que evidencia a forte integração entre a indústria e os produtores rurais na Paraíba.

A moagem resultou na produção de 184,4 mil toneladas de açúcar, em diferentes tipos, atendendo tanto ao mercado interno quanto a outros destinos comerciais. O açúcar cristal foi o principal produto, com 119,2 mil toneladas, seguido pelo açúcar VHP, com 42,3 mil toneladas. Também foram produzidas 5,5 mil toneladas de açúcar demerara e 17,4 mil toneladas de açúcar refinado, ampliando a diversidade da produção do setor.

No segmento de biocombustíveis, a produção total de etanol alcançou 245,1 mil metros cúbicos. Desse volume, 118,9 mil metros cúbicos correspondem ao etanol anidro, utilizado na mistura com a gasolina, enquanto 126,2 mil metros cúbicos são de etanol hidratado, comercializado diretamente nos postos de combustíveis. Esses números reforçam a importância do etanol para o abastecimento energético e para a redução de emissões de gases de efeito estufa.

O boletim também registra a produção de 115,5 mil toneladas de mel residual, subproduto da cana-de-açúcar, demonstrando o aproveitamento integral da matéria-prima e a eficiência dos processos industriais adotados pelo setor sucroenergético paraibano.

Confira completo aqui.

Fonte: Sindalcool