Síndrome da Murcha exige atenção e manejo integrado nos canaviais
05-11-2026
Manejo preventivo, monitoramento e soluções biológicas ajudam a reduzir os impactos da doença sobre a produtividade da cana-de-açúcar
A Síndrome da Murcha da Cana-de-açúcar (SMC) representa um desafio para o setor sucroenergético, podendo comprometer o desenvolvimento das plantas, a produtividade e a qualidade da matéria-prima. Associada a patógenos como o fungo Colletotrichum falcatum, a doença reforça a necessidade de estratégias integradas de prevenção e controle.
Entre os sinais de alerta estão lesões avermelhadas nas folhas, perda de vigor e alterações nos tecidos internos da planta. Como os sintomas podem ser confundidos com outras doenças e desequilíbrios nutricionais, o monitoramento e o diagnóstico adequado são fundamentais.
Nesse contexto, o manejo preventivo ganha importância, com a combinação de acompanhamento da lavoura e ferramentas biológicas para reduzir a pressão dos patógenos.
A BIOTROP destaca o Bombardeiro como uma dessas alternativas. O biofungicida já foi utilizado em mais de 1,8 milhão de hectares no setor sucroenergético e possui registro para o controle de Colletotrichum falcatum, associado à podridão-vermelha e à Síndrome da Murcha, além de Acidovorax avenae, causador da estria-vermelha.
Segundo Júlia Veiga, engenheira agrônoma e coordenadora de marketing da empresa, a adoção de diferentes ferramentas de manejo contribui para proteger o potencial produtivo dos canaviais e reduzir os impactos das doenças.
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